Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

CABEÇA DE MOTOR

Eles tem um disco chamado Rock`n´Roll, e é isso. Apenas isso. E que bom que é apenas isso.

Estou com uma banda nova, tem vários links, mas só vou colocar um:
www.myspace.com/thebarflysurfers !!!

Os japoneses estão chegando !!! Malditos asiáticos, vem roubar nossos palcos e shows punks.
Vai ser sensacional !!! Imagina essas "coisas" no Nordeste. O Merda toca em São Paulo e Vila Velha, com duas formações diferentes. Em São Paulo com formação original(rs) e em Vitória com uma formação inédita: Nego Léo, Paulista e Mozine. Queria ver esse show.

Talvez, rolê do Merda no Nordeste em Junho. Split com o D.F.C. em breve.

E isso tudo é Rock´n´roll !!!

abrá

japa

Domingo, 29 de Março de 2009

Antes um Coalhada que um Ortigoza

EDUARDO VIEIRA DA COSTA
Editor de Esporte da Folha Online

Pelé, Garrincha, Viola, Careca, Manga, Vampeta, Cocada, Cafezinho, Batata, Pinga, Pramps, Baré, Tangerina, Alfinete, Aranha, Biro-Biro, Catatau, Dunga. O que une todos esses jogadores? Somente um fato: todos são ou foram conhecidos por seus apelidos.
Mas o apelido, uma marca registrada do futebol brasileiro, está, aos poucos, acabando. O que é uma pena. Pode parecer bobagem, mas não é. Os jogadores conhecidos unicamente por apelidos distinguem o futebol brasileiro do de todos os outros países do mundo.
Principalmente os de apelidos "puros", como os citados acima, ou seja, sem contar os aumentativos e diminutivos (Pedrinhos e Chicões da vida) e os apelidos-gentílicos, como Marcelinho Carioca, Marquinhos Capixaba etc.

Em qualquer país europeu, e até mesmo nos nossos vizinhos sul-americanos, jogador de futebol sempre teve nome e sobrenome. O Brasil foge (ou fugia) do padrão. O melhor jogador de todos os tempos é o Pelé porque ele é brasileiro. Se fosse argentino, alemão ou italiano, seria Edison Nascimento, ou só Nascimento. Muito chato.

No Brasil, futebol sempre foi sinônimo de brincadeira, de molecagem. Isso diferencia a escola brasileira de futebol. E é muito mais fácil um Garrincha ser o rei do drible do que um Manoel dos Santos.

Mas uma boa evidência de que esses tempos estão acabando pode ser vista na escalação dos quatro maiores times de São Paulo.
O São Paulo por exemplo, joga sem nenhum atleta com apelido. O time-base, mais ou menos, tem: Rogério Ceni; Miranda, André Dias, Rodrigo e Junior Cesar; Zé Luis, Jean, Hernanes e Jorge Wagner; Borges e Washington.

Praticamente uma lista de bacharéis.

O mesmo acontece com o Santos: Fábio Costa; Luizinho, Fabiano Eller, Fabão e Léo; Roberto Brum, Rodrigo Souto e Madson e Paulo Henrique; Neymar e Kléber Pereira. Poderia colocar o Triguinho na lateral-esquerda para dar uma quebrada nesta monotonia.
No Palmeiras, o apelido também perdeu espaço. O Fabinho Capixaba até escapa na linha dos apelidos-gentílicos, mas é só: Marcos; Fabinho Capixaba, Danilo e Marcão; Sandro Silva, Jumar, Cleiton Xavier, Diego Souza e Armero; Willians e Keirrison.
O Corinthians tem algumas gratas exceções. Dentinho resistiu bravamente à pressão dos cartolas, que queriam que ele fosse chamado de Bruno Bonfim, e honra a tradição nacional. Boquita é outro. E ainda tem o Chicão, que não se chama Francisco. E mais o Saci, no banco.
Mas ainda é pouco: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristian, Elias, Boquita e Douglas; Dentinho e Ronaldo.
A seleção de Dunga (esse sim um apelido de respeito) também reflete esta realidade. Ninguém que tem vestido a camisa amarela tem apelido. A exceção é Kaká.
Nesta semana, o atacante palmeirense Ortigoza esbravejou contra o apelido que os colegas arranjaram para ele. Devido à semelhança com o personagem boleiro de Chico Anysio, virou o Coalhada. Mas ele não quer ser chamado assim.

Pior para ele e para o Palmeiras. O time seria muito mais interessante com Coalhada e K9 no ataque, e ele ainda podia aproveitar para pegar mais um jeitinho brasileiro.

E, no final das contas, ele é mesmo a cara do Coalhada.
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Peguei emprestado no site da Folha. Concordo plenamente. Infelizmente futebol virou negócio e apelidos devem prejudicar o comércio no exterior.

abrá

japa

Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Uma regra, uma lei...

Se não lembro é porque não fiz.

Domingo, 22 de Março de 2009

"a irônia da vida é foda" !!!

Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Deja vu

Sarney, Calheiros, Collor !!!

Acho que já ouvi falar nesses caras.

Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Quadrinhos


Faz tempo que não passo por aqui.


Melhor que ler qualquer coisa aqui é ler o blog do Laerte:





ou do Adão:


Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Joguem MERDA !!!


Jogo do Merda ???
Era só o que faltava. Agora não falta mais nada.
Nesse lindo e sensacional jogo o incrível cachorrinho (também conhecido como o Eddie do Merda) enfrenta pagodeiros, policiais, Nego Léo. O porco se transforma em porco policial (tadinho do porco), a Sandy se transforma em Amy Winehouse depois de uma picada de mosquito do Coqueiral e o Mozine vira bicha.

Viciem-se.
abrá
japa