9 de Julho de 2008. Feriado, um dia quente que começa a esfriar. É feriado do que mesmo? Não sei. É nome de Rua aqui em algum lugar. Me lembro dos feriados de Vila Velha, os daqui não sei. Estranha terra velha conhecida. Acordo tarde com aquela velha companheira, a ressaca. Lembrete que foram cometidos alguns abusos desnecessários. Um telefonema inesperado que não faria diferença alguma. Uma breve andada sem rumo e com fome, às vezes é bem difícil se encontrar um bom lugar para comer. E o que importava mesmo nem era o que comer, só queria sentar num lugar tranquilo e comer em paz. Vou para casa pensando no que comer, não eram muitas os opções. Na verdade, eram só duas. O cachorro quente, ou um Miojo. Cachorro quente é o prato quase que diário, Miojo é o eterno companheiro dos solitários. O escolhido foi o cachorro quente. Miojo fica para mais tarde.
Porção para uma pessoa (com olho maior que a boca).
Vamos à receita:
Duas Salsichas;
Dois pães de sal (ou francês, como queiram);
Mostarda;
Batata palha (palha, aqui não quer dizer algo ruim).
Modo de preparo:
Ferva as duas salsichas em um pouco de água. Deixe entrar em fervura e coloque as salsichas. Deixe cozinhar por alguns minutos. Abra os pães, retire as salsichas da água, coloque-as no pão, mostarda e batata palha a gosto. Com a mostarda costumo fazer um caminhozinho para o cachorro quente ficar que nem nas propagandas de TV.
Sirva-se.
Se tiver uma Coca-cola gelada, um abraço.
Pensei em outras coisas para escrever, mas esqueci. Era para isso que ia escrever. Já li isso em algum lugar...